Procurador do município anuncia que atuará na campanha de Eduardo Pazuello

Tunan Teixeira

O procurador-geral de Rio das Ostras, Renato Vasconcellos, anunciou, nessa semana, que atuará na prestação de contas da campanha de reeleição do deputado federal, o general Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde.

“Tô aqui com o deputado federal general Pazuello para dizer que é uma honra ter recebido o convite para atuar na parte jurídica da sua campanha, na prestação de contas, e também para dizer que o meu voto, da minha família, de muitos amigos da cidade de Rio das Ostras, de toda região onde eu atuo como advogado eleitoral, com certeza, será dele”, contou Renato Vasconcellos.

O anúncio foi feito em publicação nas redes sociais do procurador, que prometeu votos no parlamentar e enalteceu sua atuação em defesa dos royalties do petróleo como presidente da Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia (FREPPEGEN) da Câmara Federal.

“E por que será dele? Porque foi um deputado atuante, principalmente nas questões dos royalties do petróleo, para que não fossem redistribuídos para todas as cidades, mantendo os royalties no Estado do Rio de Janeiro, preservando milhares e milhares de empregos e receita do Estado e de vários municípios”, explicou o procurador de Rio das Ostras.

Renato Vasconcellos falou ainda sobre a atuação do deputado federal na valorização das forças de segurança, com envio de recursos para as polícias Civil e Militar, e para as guardas municipais do Estado do Rio, mas elogiou a passagem do parlamentar pelo Ministério da Saúde, do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Na questão da segurança também, foi fundamental no endurecimento das leis penais e também enviando recursos para a Polícia Militar, para as guardas municipais, para a Polícia Civil, e atuação também na saúde, impecável, tanto como ministro na época do Bolsonaro, quanto como deputado federal”, enumerou Renato Vasconcellos.

*Saúde na pandemia* – Os elogios do procurador de Rio das Ostras vão de encontro à atuação de Pazuello à frente do Ministério da Saúde, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), quando mais de 716 mil pessoas morreram, vitimadas pelo coronavírus.

De acordo com dados do Ministério Público Federal (MPF), mais de 81 e-mails teriam sido ignorados durante a gestão Pazuello com ofertas de vacinas das empresas Pfizer ao Ministério da Saúde, e Coronavac, ao Instituto Butantan, de São Paulo (SP).

Segundo epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul (RS), durante a CPI da Covid, na Câmara Federal, em maio de 2021, mais de 95 mil vidas poderiam ter sido salvas se a gestão Pazuello tivesse comprado as vacinas oferecidas pela Pfizer e pela Coronavac.

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